História do Rock in Rio
Pouco antes de acontecer essa última edicão do Rock in Rio, Luiz Felipe Carneiro lançou o livro Rock in Rio – A História do Maior Festival de Música do Mundo. O livro remonta a criação, as apresentações e as histórias de bastidores do festival que colocou o Brasil na rota dos shows internacionais.
Antes que a primeira edição do festival se tornasse realidade, Roberto Medina - idealizador do Rock in Rio - precisou ir aos EUA sondar alguns artistas que sonhava ver no palco do festival. Não deu muito certo, pois as bandas achavam o país muito perigoso, ou pretendiam vir ao Brasil somente a turismo. Depois de dois meses ouvindo respostas negativas e de pensar em abortar o projeto antes mesmo que saísse do papel, Medina ligou para o empresário de Frank Sinatra, que ele tinha trazido ao país há pouco tempo, que decidiu ajudar a mudar a má fama do Brasil.
A partir daí, a sorte de Medina começou a mudar. O Queen (uma das maiores bandas da época), AC/DC, James Taylor, Rod Stewart, Iron Maiden e B-52′s assinaram contrato para tocar no Brasil. Todos exigiram coisas absurdas, como o Freddie Mercury que pediu saquê a uma temperatura exata de 20ºC, os Paralamas do Sucesso pediam apenas achocolatados e o AC/DC disse que não se apresentaria sem um sino de quase duas toneladas pendurado no palco.
O livro relembra outras histórias ótimas de bastidores e fala também sobre os números do festival que, na sua primeira edição; foram 10 dias de evento, com 1,2 milhão de pessoas numa área de 250 mil metros quadrados em Jacarepaguá. Sem falar da lama… viva a graminha sintética do Rock in Rio 2011!









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